Para contar para os netos

08:39:00



Continuando no hotel Intercontinental Mark Hopkins de San Francisco. Eu e meu marido resolvemos jantar no restaurante do hotel, pois era nossa ultima noite em SFO e não queríamos ir pra muito longe, já que no outro dia tínhamos que arrumar malas para viajar. 

Subimos ao restaurante, último andar, com uma vista maravilhosa da cidade. Chegamos no finalzinho da tarde e pudemos ver a cidade de dia e de noite. 

Ao entardecer o garçom acendeu velas nas mesas para que o brilho das luzes de fora fossem vista, sem reflexos, da parte interna do restaurante. 

Pedimos uma garrafa de vinhos, papo vai, papo vem, e a noite fluindo muito bem... Leves como plumas. 

Percebemos que o restaurante não tinha menu de jantar, somente petiscos. O garçom veio nos dizer que se quiséssemos jantar teríamos que fazer o pedido do quarto. Resolvemos ficar mais por ali mesmo e pedimos outra garrafa de vinho, dessa vez acompanhada de uns comes para dar uma enganada no estômago. 

Depois de muitas taças-conversas-risadas-taças-papocomvizinhosdemesa-taças-risadas-taças, decidimos descer para o quarto. Eu, que já estava num grau alcoólico sonolento me deitei. Meu marido veio me pedir que ligasse para o restaurante, pois ele queria comer uma carne, bife, daqueles suculentos.

Me lembro de pouca coisa depois disso, pois apaguei. No outro dia ele me perguntou por que tinham entregado um kit com escovas de dentes no quarto logo após a ligação do pedido. Dai eu me lembrei que  liguei e falei mais ou menos assim: Hi, I want steak. Mas eu creio que pronunciei steef. E o atendente, após muitas risadas do outro lado da linha, entendeu teeth

Resumindo, não me embriague em terras distantes.


Foto: Acervo Pessoal

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