Taxando produtos importados

07:00:00


 
Li essa reportagem na internet e achei interessante pra compartilhar com vocês:


"Tudo que você compra online corre sim o risco de ser taxado quando chegar no Brasil, o que muitas vezes vai te levar a pagar 60% a 90% de imposto, fora o ICMS. As únicas exceções para a regra são livros, periódicos, medicamentos com receita médica e produtos enviados por pessoa física (mas o valor não pode ultrapassar os US$50, incluindo o frete).

Muitas vezes uma ou outra pessoa dá uma sorte e seu pacotinho passa direto pela fiscalização, driblando os impostos. Isso, porém, vai acabar. 

Segundo o Estadão, a Receita e os Correios estão desenvolvendo um sistema para automatizar essa fiscalização – hoje feita por amostragem -, e que deve entrar em teste ainda esse ano, com previsão de implantação em janeiro do ano que vem. O lado bom (tem lado bom?) é que o tal sistema promete agilizar todo o processo de análise, que atualmente demora semanas e semanas para liberar sua encomenda.

A chefe da Divisão de Controles Aduaneiros Especiais da Receita, Edna Beltrão Moratto, explicou ao jornal que essa agilidade vai ser fruto da comunicação direta entre os sites de compras ou correios dos países de origem e a Receita. Sendo assim, antes mesmo de sua compra chegar ao Brasil as informações já terão sido repassadas. Outra novidade que o sistema deve trazer é que o pagamento de tributos via internet e entrega das encomenda em casa. Hoje precisamos nos despencar até uma Agência de Correios para pagar nossos impostos e retirar nosso pacote."


Ou seja, o círculo vai se fechando: Primeiro o IOF dos cartões crédito/débito, onde somos taxados em 6,38%.

Daqui uns dias o governo vai criar um meio de descobrir que tudo o que pagamos de IOF refere-se a importação de "X" de compras. E vai querer taxar essas compras em 60%? Vixe... será que sem querer acabei dando dica?





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