Harmonização: Com olhos de iniciante

15:26:00



Sempre gostei de vinhos. Não como uma entendedora, mas como apreciadora.

O que vou dizer aqui pode parecer amador, mas é a maneira como mudei minha maneira de enxergar essa questão de harmonização.

Inicialmente quero relatar como era minha atitude ao sentar em uma mesa para beber vinho: A primeira garrafa tinha que ser um vinho bom. Cheiroso. Encorpado. Já a segunda garrafa, ou a terceira, podia ser qualquer sangue de boi, pois meu estado já não me permitia apreciar mais nada. 

Hoje, se quero beber degustando um determinado prato, sei que uma garrafa à dois já é o suficiente.

Sempre achei que vinho branco combinava exclusivamente com peixes e vinho tinto com carnes.

Vejo que a infinidade de vinhos existentes no mercado faz com que possamos arriscar com as probabilidades de harmonização.

Por exemplo, um vinho tinto jovem (de até 3 anos) pode sim combinar com um determinado peixe. 


Às vezes é necessário pesquisar um pouquinho (o próprio Google é uma ótima ferramenta) perder um tempinho, ler. 

Uma boa dica pra não errar é pegar um vinho de um determinado país com a culinária daquele mesmo país. O malbec, por exemplo, que é uma uva emblemática da Argentina, com cortes de carne também da Argentina.

Claro que isso não é uma via de regra. Mas para pessoas que estão começando a gostar de degustar, para inciantes como eu, essa técnica não tem erro.

Um coisa é certa: Se você não souber harmonizar um vinho bom, ele pode se tornar ruim.





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